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Lucas Roldan

Psicólogo Clínico • CRP 05/68931

Lucas Roldan em consultório, psicólogo e psicanalista no Rio de Janeiro

Boas vindas!

Este é um espaço pensado para quem, de alguma forma, sente que algo não vai bem — seja um sofrimento que já tem nome ou algo mais difícil de dizer, que insiste em aparecer no corpo, nos pensamentos ou nas relações.

Aqui, o trabalho não parte de respostas prontas, mas da construção de um espaço onde você possa falar livremente, no seu tempo, e ser escutado de forma implicada e respeitosa.

 

Acreditar na possibilidade de dizer algo sobre o próprio sofrimento já é, muitas vezes, um primeiro passo importante.

 

Se fizer sentido para você, este pode ser seu ponto de partida.


Como funciona o tratamento?

SINGULARIDADE

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​Cada sujeito tem uma história, uma forma própria de viver o sofrimento e de se relacionar com o mundo. Por isso, a terapia não segue um modelo único ou padronizado. Não se trata de aplicar técnicas iguais para todos, mas de construir, ao longo dos encontros, um trabalho que respeite aquilo que é particular em você.

FALA LIVRE

​As sessões acontecem em um espaço de sigilo e compromisso ético, onde você pode falar livremente, no seu tempo. Ao longo do processo, aquilo que antes aparecia como sofrimento pode começar a ser elaborado de outras maneiras, abrindo novas possibilidades de compreensão e de relação com a própria vida.

LIVRE ASSOCIAÇÃO

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A livre associação é um dos elementos centrais desse processo. Trata-se de um convite para que você fale livremente, sem a necessidade de organizar previamente o que será dito ou de buscar uma lógica imediata. É nesse movimento que aspectos importantes da sua experiência — muitas vezes fora do controle consciente — podem aparecer e ganhar espaço.​

ESCUTA CLÍNICA

A escuta é o meu principal instrumento de trabalho.

Trata-se de uma escuta clínica orientada pela psicanálise, atenta não apenas ao que é dito de forma direta, mas também aos detalhes, às repetições, às contradições e aos sentidos que vão surgindo na fala. É a partir disso que o trabalho se desenvolve.

Quando procurar um psicólogo?

Procurar um psicólogo nem sempre é uma decisão simples. Muitas pessoas chegam à terapia apenas quando o sofrimento já se tornou intenso, mas o cuidado com a saúde mental não precisa começar apenas em momentos extremos.

 

Você pode buscar atendimento psicológico quando perceber que algo não vai bem — mesmo que seja difícil explicar exatamente o que é. Sensações de ansiedade, angústia ou tristeza persistente, desânimo, irritabilidade, crises emocionais ou mudanças no sono e no apetite podem ser sinais de que algo merece atenção.

 

Também é comum procurar terapia diante de dificuldades nos relacionamentos, conflitos familiares, términos, perdas importantes ou momentos de transição na vida, como mudanças de trabalho ou decisões difíceis. Em outros casos, o que aparece é uma sensação de repetição: situações que se repetem, escolhas que parecem levar sempre ao mesmo lugar, ou um mal-estar que insiste sem uma causa clara.

 

Há ainda situações em que o sofrimento se apresenta de forma mais intensa, impactando o cotidiano, o trabalho ou os vínculos. Nesses casos, o acompanhamento psicológico pode ser um espaço importante de cuidado e elaboração.

Mas nem sempre é preciso “ter um problema definido” para começar. Muitas pessoas procuram um psicólogo simplesmente por querer se entender melhor, refletir sobre a própria vida ou encontrar um espaço de escuta qualificada.

 

Se você sente que algo não vai bem — ou se deseja compreender melhor a si mesmo — isso já é um motivo suficiente para procurar um psicólogo.

 

Principais questões trabalhadas: lutos, perdas e separações, ansiedade, depressão, relacionamentos, problemas no trabalho, conflitos familiares, angústia, compulsão e autoconhecimento.

Consultórios e serviços

Atendimento particular na Tijuca e em Ipanema para adultos e idosos.

Atendimento Presencial na Tijuca

Consultório localizado no centro empresarial Leonardo da Vinci, na Rua Haddock Lobo, 356, próximo ao metrô Afonso Pena. 
 

Há vagas para estacionamento no prédio, garantindo maior comodidade. 

 

Consultório de psicologia de Lucas Roldan na Tijuca, Rio de Janeiro
Atendimento Presencial em Ipanema

Consultório localizado no Shopping Top Center, na Rua Visconde de Pirajá, 550, próximo ao metrô Nossa Senhora da Paz. 
 



 

consultório do psicólogo Lucas Roldan em Ipanema, Rio de Janeiro

Sobre mim

Psicólogo Clínico com Orientação Psicanalítica 

CRP 05/68931

Sou psicólogo clínico, com formação voltada para a clínica e para a saúde pública, e uma trajetória construída em diferentes contextos de cuidado, como hospital geral, psiquiatria e rede de atenção psicossocial no município do Rio de Janeiro.

Minha prática é sustentada por duas especializações que se complementam: a especialização em Clínica Psicanalítica pelo Instituto de Psiquiatria da UFRJ e a residência em Psicologia Clínica Institucional pela UERJ. Enquanto a formação em psicanálise aprofunda o trabalho com a escuta do inconsciente e a singularidade de cada sujeito, a residência hospitalar amplia a experiência clínica em situações complexas, incluindo o manejo de casos graves e o trabalho em equipe multiprofissional.

Ao longo da minha trajetória, desenvolvi uma experiência clínica consistente na área da psiquiatria, com atuação em ambulatórios e enfermarias, além da rede de atenção psicossocial. Esse percurso possibilitou o acompanhamento de diferentes formas de sofrimento psíquico, incluindo quadros de ansiedade, depressão, transtornos do humor – como o transtorno afetivo bipolar (TAB), transtornos de personalidade – como o Borderline, além de outras manifestações que impactam de maneira significativa a vida cotidiana. Essa vivência amplia minha escuta clínica e sustenta um trabalho que acolhe desde questões ainda difusas até situações de maior gravidade, sempre respeitando a singularidade de cada caso.

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Lucas Roldan, psicólogo clínico com orientação psicanalítica

Sobre a orientação psicanalítica

Por que a psicanálise? 

Em muitos momentos de sofrimento, é comum buscar respostas rápidas, conselhos ou formas de “eliminar” aquilo que incomoda. Embora isso possa trazer alívio pontual, nem sempre toca aquilo que, de fato, sustenta o mal-estar.

A psicanálise propõe um outro caminho. Em vez de silenciar o sintoma, ela se interessa por escutá-lo: o que ele diz sobre você? O que se repete? O que insiste, mesmo quando parece não fazer sentido?

Cada pessoa constrói, ao longo da vida, uma maneira singular de lidar com suas experiências, seus desejos e suas relações. Nem sempre essa construção é consciente — e é justamente aí que a psicanálise opera, abrindo espaço para que algo disso possa ser dito e elaborado.

Optar por uma análise é escolher um trabalho que respeita o seu tempo e a sua história, sem modelos prontos ou respostas universais. É uma aposta de que, ao se implicar na própria fala, algo pode se deslocar: novas formas de lidar com o sofrimento podem surgir, e aquilo que antes parecia sem saída pode ganhar outras possibilidades.

Mais do que oferecer soluções, a psicanálise oferece um espaço de escuta — e, muitas vezes, é aí que algo realmente começa a mudar.
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A psicanálise: uma aventura pelo inconsciente
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A psicanálise parte de uma ideia simples, mas profunda: nem tudo em nós é consciente. Muitas vezes, aquilo que pensamos, sentimos ou fazemos não depende apenas da nossa vontade — há uma dimensão inconsciente que atravessa nossas escolhas, nossos sintomas e nossas relações.

Isso pode aparecer de diferentes formas: em repetições que parecem não ter explicação, em angústias persistentes, em dificuldades nos vínculos ou até em um mal-estar difuso, difícil de nomear. A psicanálise se interessa justamente por esses pontos onde algo “escapa” ao controle.

Na abordagem lacaniana, o inconsciente não é visto como um lugar escondido dentro de nós, mas como algo que se manifesta na fala — nos lapsos, nas contradições, nas histórias que contamos sobre nós mesmos. Por isso, o trabalho analítico se constrói a partir da palavra, com a fala livre e em livre associação.

Em análise, você é convidado a falar livremente, sem a necessidade de organizar tudo de antemão. É nesse processo que algo do seu modo singular de viver o sofrimento pode aparecer e, pouco a pouco, ganhar novos sentidos. Abrindo um espaço onde seja possível se escutar de outra maneira. A partir daí, mudanças podem surgir — não como imposição externa, mas como efeito de um trabalho próprio, construído ao longo do tempo.

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